quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Ranking 37 - Os 5 anéis mais poderosos do mundo Pop

Angelina Jolie no filme Hackers

Iow Iow! Depois de muito tempo, finalmente vamos voltar com a sessão de Ranking.

Eles são poderosos, outros são malditos e outros são simplesmente bacanas. Não importa o sexo, eles estão nos dedos de todo mundo. 

Dessa vez, vamos desvendar os anéis mais poderosos do mundo pop.

Vamos lá? Então gritem junto comigo "Eu quero seu anel!"

Uma dica: lembrando que esse de Ranking pode ficar datado, pois de repente pode aparecer um item novo. Combinado? Então fechou!


Os 5 anéis mais poderosos do mundo Pop


5º Lugar - O anel de Nibelungo


Você está pensando em Cavaleiros do Zodiaco, certo? Realmente esse anel não é brincadeira. No Anime, ele foi responsável por controlar Hilda de Polaris que parou de fazer suas preces à Odin deixando a Terra inundada com o derretimento das calotas polares. Retirar o anel de Hilda era um problema pois precisaria que a mítica espada da armadura de Odin assim o fizesse. O que poucas pessoas sabem é que o anel de Nibelungo realmente existe na mitologia nórdica e ele dava aos nibelungos (um povo composto por anões) poderes mágicos. A história desse anel gerou livros e até filmes. Incrível!

4º Lugar -  Os anéis de Mandarim


Se o anel de Nibelungo conferia poderes ao seu dono, Mandarim tinha 10, cada um em um dedo das mãos. Cada anel tinha uma habilidade que foge da normalidade:

  • Diminuição da temperatura e da velocidade das coisas com o congelamento;
  • Aumento de energia física e controle mental.
  • Projeção de energia elétrica;
  • Emitir radiação;
  • Emitir energias de espectro e laser;
  • Cria uma área escura;
  • Desintegração de moléculas;
  • Controla o vortex sugando pessoas para dentro dele além de permitir levitar objetos;
  • Explosões;
  • Readequação de átomos;

Realmente grandioso!

fonte da lista aqui

3º Lugar - Anéis do Capitão Planeta



Apesar do desenho Capitão Planeta ter um apelo ecológico e ser leve em seu plot, ele esconde uma tremenda fonte de poder: os anéis dos elementos. Além de controlar todos os elementos de forma inimaginável, um dos anéis era possível controlar as emoções das pessoas (anel do coração que pertencia à um brasileiro). Quando unidos, o ser azul chamado Capitão Planeta consegue juntar todos os poderes e utiliza-los na sua melhor forma. Em mãos erradas isso seria um problema...

2º Lugar - Anéis dos Lanternas Verdes


Lanternas Verdes por Ethan Van Sciver.jpg

Antes de mais nada: "No dia mais claro, na noite mais densa, o mal sucumbirá ante a minha presença, todo aquele que venera o mal há de pensar, quando o poder do Lanterna Verde enfrentar!". Esse é o anel que pode moldar qualquer tipo de projeção, sendo uma arma altamente eficaz, além de poder gerar um campo de força que retém oxigênio e é à prova de balas e projeções de energia. Quer mais? Existe uma tropa de Lanternas Verdes na galaxia!

1º Lugar - O Um anel





'(...) Um Anel para a todos governar, Um Anel para encontrá-los, um Anel para a todos trazer e na escuridão aprisioná-los (...)'. Esse anel deu trabalho para todos os habitantes da Terra Média. Além de conferir poderes apenas ao seu único dono, 'Sauron', quando perdido, tem a capacidade de corromper quem o utiliza, mesmo sendo capaz de tornar o usuário invisível. É um anel maldito que traz toda a escuridão dentro dele. O usuário não consegue se esconder do poder de Sauron que mantém parte de sua energia vital nele e destruí-lo é praticamente impossível, pois demanda uma longa jornada carregando-o até o seu lugar de origem para assim derrete-lo em lava.

Demais Rankings do blog

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Brazil Game Show 2015 e o paradoxo da celebridade da Internet

Por Fernando Jácomo

De forma organizada, a BGS 2015 apresentou diversos stands em um formato muito parecido ao apresentado no ano anterior. Até mesmo alguns stands pareciam exatamente os mesmos, porém com novos games. Dessa vez, o mesmo jogo podia ser jogado em diversos lugares (como o caso de Street Fighter V e Star Wars Battlefront). As filas aparentemente menores (fui no feriado do dia 12) estavam mais organizadas e permitiam mais dispersão das pessoas. Um evento tranquilo com bons lançamentos mas esse não foi o detalhe que mais chamou a atenção...

Como vender um produto?

Novos espaços foram criados, incluindo o questionável Meet and Greet do You tube, onde os fãs subiam até um ponto, cumprimentavam seus artistas da web (youtubers) e desciam por um escorregador. A ideia de apresentar a Web-Celebridade dessa forma me fez pensar em muitas coisas.

Primeiro vamos separar o joio do trigo: existe o youtuber que produz conteúdo de qualidade e aquele que não consegue produzir nada de relevante. Mas se toda a tecnologia e inteligencia coletiva colaborarem, a própria ação de likes, comments, shares e views serão suficientes para auxiliar no filtro desse grupo ruim.

A celebridade da web é hoje aquela que fala com o publico consumidor. Fala com as crianças e com a nova-velha audiência da onda digital. É o "internauta" que nossos políticos falam.

Hoje, o jovem não assiste mais televisão, e o mesmo aparelho está fadado à extinção em tempos de Netflix e Youtube onde diversos famosos estão saindo da TV e buscando mais espaço na internet como é o caso de Rafinha Bastos e Maisie Williams (a querida Arya de Game of Thrones). Eles influenciam compras e escolhas. Nada mais justo do que dar à eles um espaço adequado para se aproximar de seus fãs - apesar de existirem aqueles que não entenderam ainda sua própria "fama" volátil à likes.

Quem é esse comunicador? 

De imediato ... ele não é o comunicador como conhecemos. Na maioria das vezes são pessoas tímidas com dificuldades de falar em publico. São pessoas que falam muito em frente às câmeras, mas quando chegam à alguma audiência, pouco falam. Na maioria das vezes, falam algo rápido, sorriem, tiram fotos (ou selfies) e horas depois voltam à WEB, para agradecer o carinho.

Há exceções. Na própria BGS 2015, Jovem Nerd e Azagal (Youtubers e Trintões) animaram o publico durante 3 dias, trabalhando muito e lidando com uma audiência grande. Segurando o ritmo como conseguem. 

Mas na grande maioria, o primeiro comportamento é comum e veja bem, não há estranheza alguma nisso, pois esse é um comportamento padrão do jovem - visto por psicólogos e pais como o fim da humanidade e um crime à socialização do individuo. Nem mesmo isso é sinal de que o canal do tímido-famoso é ruim. Hoje podemos escolher ficar do lado dos retrógrados criticando ou abraçar a causa e tentar melhora-la (seja produzindo ou apenas curtindo).

O que espanta são casos como de apresentadores, que tinham o publico em suas mãos, mas mandam tamanhas pérolas. A própria empresa do stand não se ligou ao colocar o colega lá. É como se o ser buscasse o glamour da TV e esquecesse que aquele palco não é mais dele. Triste é ver Youtubers que se acham a quarta pessoa da santíssima trindade e sequer acreditam que a sua fama é sustentada pelo ego. Não agradecem aos fãs e estão lá para brilhar, assim como as desprezíveis BBBs que tem o talento de ser bonita. Eles não se ligaram e tendem a falar baboseiras na Internet e ao vivo. Sorte que são a minoria.

As empresas não precisarão nem filtrar algumas presenças nos próximos anos. Como disse antes, a soma de likes, comments, shares e views darão a sentença da sub-celebridades e o futuro será definido e a velha e real relaçao  'trabalho x salário' ditará o futuro destes. .

Há muito espaço! Ou os ruins se reinventam ou terão que sair na Sexy/G ou, em tempos digitais, no Porno Tube mesmo..

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Video Games Live 2015 - 10 anos - Review

Resultado de imagem para vgl brasil 2015Sem a empolgação de 10 anos atrás onde a VGL chegava a passar por 3 capitais brasileiras em uma única turnê, a VGL 2015 surpreende e nos faz lembrar porque gostamos tanto dela.

VGL - Um projeto arriscado

Video Games Live de Tommy Talarico é hoje um projeto não só genial como também arriscado e volátil ao seu tempo. O musical que reúne apresentações instrumentais de diversas franquia dos games, que hora tenta se provar como arte à si mesmo, apresenta um setlist de arranjos que dependem de diversos acordos comerciais que vão desde licenciamento até uma despesa com uma equipe tão complexa quanto qualquer show de rock internacional.

No Brasil, com o apoio da nossa amada e odiada Petrobras (que recebeu seus respeitosos aplausos durante o show) e da orquestra Vila-Lobos e tem pelo segundo ano consecutivo o Teatro Bradesco como suporte.  

Toda essa estrutura é palco (literalmente) para um belíssimo show, porém caro. Bem caro! Em tempos de crise a VGL 2015 tinha o desafio de honrar os ingressos vendidos e mostrar porque há 10 anos está no mercado - de forma invicta em São Paulo.

Como sair da mesmisse?

Quando o show se iniciou e o carismático Tommy toca o tema de Castlevania (para ele é obrigatório e ritualístico) muitos pensaram: "ok, mais um show com as mesmas músicas". Isso se reforçou mais ainda quando o 'mestre de cerimônia' diz que tocará as melhores músicas dos últimos 10 anos. 

Com o suporte da maestra e compositora Eimear Noone e da multi-instrumentalista Laura Intravia, o show começa com clássicos como Megaman e Skyrim com quebras incríveis como o tema de Donkey Kong na flauta e o som de abertura de Metal Gear Solid 3, 'Snake Eater', digna de qualquer trilha de 007. A primeira parte termina com o tema de Tetris no ritmo costumeiro. Nada de muito novo aos fãs de longa data.

Porém, na segunda metade, o nível se eleva e Tommy para de brincar. O ato inicia-se com uma versão já conhecida de Street Fighter e passa para o ramo de trabalho de Eismer como compositora da Blizzard com Heartstone e World of Warcraft onde a orquestra e um vídeo da cantora e youtuber  Maluka se misturam em um único som. Uma experiência quase única que extrapola os limites do que acontece ali. (uma versão pode ser conferida aqui)

Talarico toca as músicas dos aclamados Grim Fandango, ICO e Command & Conquer Red Alert (inédita no Brasil) e apresenta o tema mais pedido pelos fãs ao redor do mundo e inédita em todas as turnes: Ace Attorney junto com a promessa de uma versão instrumental exclusiva de Top Gear - culpa dele que apresentou uma versão em piano na VGL de 2012.

Por fim, um dos membros da família Lima sobe ao palco e a clássica One Winged Angel de Final Fantasy VII é performada ineditamente com direito a solos de celo. Tommy recebe uma bandeira do Brasil e se emociona para o encerramento 'The cake is a lie".

A sensação pós-show é que valeu a pena e o nível se elevou consideravelmente. A expectativa para 2016 será maior.

Nota (1-5): 4,5
O melhor: World of Warcraft e a maestra Eismer (certos momentos ela rouba a cena flutuando no ar suas mãos)
O pior: Precisa mesmo de um concurso de cosplay no início do show?


quarta-feira, 24 de junho de 2015

Mortal Kombat X - Review

Antes uma história

Antes vamos voltar um pouco na história do reboot de MK (ou MK9) em 2011. Depois dos eventos dos últimos MK terem causado uma guerra sem limites, Raiden voltou sua consciência para o passado para alertar sobre os eventos do futuro. Assim, a nova história foi reescrita e Shao Khan derrotado, sem engatilhar eventos que ocasionassem um mal maior... só que não.

MK X pega o gancho final da história do jogo anterior (que é um resumo de MK1, 2 e 3) e simula os mesmos eventos de MK 4. O vilão da vez é Shinokki (um Elder God como Raiden) e seu lacaio Quan Chi. Algumas coisas mudaram entretanto. Muitos heróis estão mortos e cabe ao grande Johnny Cage e sua namoradinha Sonya Blade darem um fim aos planos do vilão. E conseguem! Prendem ele em seu famoso amuleto e o futuro é (quase) alterado.

A história então nos apresenta à um quarteto inusitado: Cassie Cage (filha de Johnny Cage com Sonya Blade) que tem as técnicas de combate de ambos (e a dublagem controversa da cantora Pitty na versão em português), Jacqui Briggs (filha de Jax) com o estilo estilo do pai, Kung Jin, herdeiro de Liu Kang e Kung Lao (o oficializado pela empresa como o gay da turma - não que isso mude algo) e Takeda, filho de Kenshi com tecnicas de combate de Kenshi e Scorpion (antes que você pense besteira, Takeda foi treinado por Scorpion). Juntamente com outros veteranos, eles deverão enfrentar novos e velhos inimigos contra um possível retorno de Shinokki.

O game apresenta tramas interessantes, porém ainda com o critério vamos brigar e não conversar - porém não descontrolado como em Injustice "Oh quem é você? Vamos lutar!"- As razões para uma luta tentam ser mais plausíveis.

Mas quem se interessa pela história?

Afinal de contas é um jogo de luta! O game conta com novos Fatalities, o retorno dos Brutalities (agora mais técnicos), gráficos melhorados e cheios de detalhes, novos designs de personagens (como a possibilidade de jogar com Scorpion sem a roupa de ninja), novos cenários e um modo online cooperativo bem interessante mas que talvez demore para pegar.

Nesse modo, você escolhe um clã e conforme joga offline, contribui para o seu clã. O resultado são golpes especiais que ficam disponíveis se seu clã vencer e prêmios em Koins (moedas) para trocar no modo Krypt. Ainda no modo clã, você pode aderir a eventos a fim de dar mais pontos para seus membros de time de diversas partes do mundo.

Questionáveis DLCs

O game contará com diversos DLCs, Os divulgados até então não estão in game porém existem 4 personagens que não são controlados mas que você luta contra: Rain (com magias lindas e repaginadas), Sindel, Baraka e o modo o modo Evil de Shinokki. Seriam eles DLCs pagos? Pagos ou não, o fato de estarem no jogo, mas não serem controlados, é um pouco decepcionante.

Veredito

O game dá um passo a mais na franquia, sendo uma continuação digna de respeito. Quando a Midway se uniu à Warner Games e reiniciou a franquia em 2011, contando uma nova história de um Raiden que buscava um futuro promissor assim fez seu criador, Ed Boon, que sonhou com um futuro melhor. E ele chegou, e está muito bom! Longa vida ao MK!

O melhor: Nova história, novos personagens, personagens repaginados, golpes melhorados, uma grande inovação

O pior: Rain, Sindel e Baraka ficaram de fora mesmo sendo personagens controlados pela máquina

Nota [1-5]:4,0



domingo, 14 de junho de 2015

Sense 8 - Review

Mas 

Alguns dias atrás quando li a notícia que atores de Sense 8 estavam participando da Parada Gay 2015 em São Paulo, estranhei um pouco qualquer conexão que pudesse haver com o tema. Pensei: "deve ser uma série com atores gays ou gay friendly". Quando vi as imagens, vi que o Said de Lost (Naveen Andrews) estava com sua regata. Pensei na minha ignorância: "Nossa! O Said é gay!".

O que eu sabia na minha crescente ignorância, era que Sense 8 era apenas uma série com o Said de Lost (aqui Naveen interpreta Jonas) e Daryl Haannah - a sereia de Splash e a Elle Driver de Kill Bill -, ambos dirigidos pelos irmãos Wachowski (trilogia Matrix) e com algum tipo de relação com o longa confuso Cloud Atlas (aqui conhecido como "A viagem"). E só!

Assim permaneci ignorante, até os episódios entrarem no Netflix Brasil algumas semanas atrás...

Sense 8 é uma experiência

Sense 8 trata de 8 desconhecidos, de 8 cidades diferentes que dentro de suas imperfeições conseguem da noite para o dia, se comunicarem, se verem e até oferecerem "seus talentos pessoais" uns para os outros. Cada um com seus dilemas, eles entendem que precisam uns dos outros para se ajudarem e para poderem evitar que o pior aconteça - mesmo estando fisicamente separados.

O novo seriado vai além e aborda como os seres humanos podem se conectar e se entenderem sem se importarem com barreiras como sexualidade, drogas, loucura, criminalidade, religião, pobreza e desamor. É uma série que elimina os preconceitos e eleva diversos questionamentos à um novo patamar.

Hoje no Brasil, vivemos um momento único de discussão onde ambos os lados se atacam. O time azul ataca o time vermelho e assim vice-e-versa. Cada vez há mais intolerância e menos espaço para amar. Sense 8 chega aqui e mostra à sociedade preconceituosa (especialmente a nossa) a quebra de um paradigma, criando uma série de questionamentos: o que nos ligam efetivamente uns aos outros? O quanto vale amar alguém sem se importar com suas diferença? Completamos o outro suficientemente? O que são nossos defeitos a não ser espelho dos defeitos de outras pessoas?

Uma lista de indagações que justificam porque o elenco estava participando da Parada Gay no Brasil. O filme no final, nos vende um ideal e um convite à uma experiência de quebrar os paradigmas em prol de um bem maior: o amor.

Técnica e continuidade

Os irmãos Wachowski tiveram que lidar com o maior problema dos filmes de hoje em dia: continuidade. São diversas cenas intercaladas ao redor do mundo com diversos personagens que precisam se encontrar e se ajudar.

Infelizmente esse é o maior pecado da série, que tenta se utilizar de alguns recursos repetidos de filmagem para poder se sustentar, como o apartamento de Nomi, que vira um QG da personagem e até mesmo da série - luzes acesas na casa de uma personagem mundialmente procurada.

Aumente isso ao fato de calendários apontarem datas erradas em diferentes momentos (o julgamento de Sun ocorre em Setembro, segundo um calendário no tribunal, mas alguns episódios depois, todos comemoram o 4 de julho).

Porém não estraga a experiência e a tendência é que isso diminua. Quem sabe o maior problema seja criar uma segunda temporada igualmente impactante sem se apegar a clichês como a série Heroes ou ficar preso no mesmo questionamento por anos sem evolução, como The Walking Dead. 

Continuar e concluir uma boa história também é um grande desafio para os Wachowski que ainda carregam uma estigma grande pelos seus filmes (Matrix?)



Veredito

Sense 8 é uma série singela que infelizmente se for vista por uma ótica limitada, fundamentalista e preconceituosa tende a ferir a utópica "família brasileira" que se fecha em um mundo que grita para que as barreiras mesquinhas sejam quebradas. 

Quem sabe eu esteja enganado e algumas pessoas mudem sua ótica: Em um momento tão complicado em que o Brasil anda na corda bamba das discussões entre o Estado ser laico ou cristão, Sense 8 dá um balde de água fria em todas as barreiras e em ambos os times.

Um mundo que pede por ajuda, pede por mais ação e menos oração. Pede por amor e caridade real, não preservações distópicas de uma realidade que sequer existe. Basta sair na rua e ver que condenações e cartazes não são mais suficientes. Sense 8 poderia se passar no Rio ou em São Paulo, afinal todos estamos conectados, só não sabemos lidar direito com isso.

O melhor: Conceito inovador e aborda questões difíceis de forma visceral e carnal mas ao mesmo tempo respeitosa

O pior: Podia ter um nucleo brasileiro, por que não?

Nota [1-5]:4,5 



segunda-feira, 1 de junho de 2015

Knack - Review


O primeiro game plataforma chegou em 2013 com a promessa de desbancar Sonic e Mario mas sem fazer a lição de casa direito.

Uma evolução simulada

Knack começa com muita ação, um ataque de orcs a civilização utilizando máquinas e artilharia pesada. Em seguida apresenta um grupo de cientistas onde um possui a solução para os problemas: um herói que é formado por relíquias que também são utilizadas como fonte de energia para a mesma civilização moderna, esse herói é Knack. A aventura então começa, com diversos personagens e desafios, fase após fase, você controlará Knack a fim de resolver o problema com os orcs e até mesmo intrigas internas... 
O personagem tem a capacidade de se alimentar de mais relíquias e continuar crescendo, a ponto de ficar do tamanho de prédios e poder atacar cada vez mais inimigos cada vez maiores.
Uma grande promessa hein? Mas tudo extremamente controlado. Em questão de segundos o herói pode aumentar consideravelmente de tamanho e em outros demorar uma fase toda coletando relíquias e continuar pequeno. Não há uma lógica. Knack pode crescer, mas somente quando o jogo quer. Calma aí, isso é um playstation 4! Vamos Sony, você pode mais!

O grupo de cientistas possui motivações fracas, sendo desprezíveis para a trama. Mas aí você diria: é um game para crianças, para que complicar? Realmente não há complicações, o que seria bom, porém o roteiro se atrapalha: em certos momentos os amigos acompanham o herói do ponto A ao ponto B utilizando ganchos, máquinas e atalhos.  Para abrir portas ou acionar dispositivos, o herói precisa se livrar de relíquias (lembram que funcionam como fonte de energia?) e consequentemente ficar menor. Custava alguém ter emprestado o lança-gancho para o herói também cortar alguns caminhos.

Veredito

No final Knack é um jogo bem linear que oferece uma trama razoavelmente simples, mas um roteiro bem arrastado e com furos, cheio de idas e vindas. O game diverte e possui alguns desafios legais, porém após algumas horas enjoa - o ultimo chefe pelo menos vale a pena. A dublagem é muito boa e é uma boa opção para a criançada. O game possui modo para 2 jogadores, porém o 2° personagem é uma projeção esquisita do Knack. No melhor estilo Tails, pode morrer e voltar a hora que quiser como em Sonic 2. Mas não me entenda mal, Knack está bem longe do Sonic.

Plataforma: PS4
Desenvolvedora: Japan Studios
O melhor: Dublagem
O pior: História arrastada

Nota (1-5): 2,5

Knack em sua forma pequena





domingo, 31 de maio de 2015

Viajando pelo mundo 87 - O Caminho de Santiago de Compostela

Um dos motivos de estar ausente é que havia me entregado aos treinos e preparações do caminho de Santiago de Compostela na Espanha.

A decisão era irmos de Bicicleta e para isso pesquisamos muito sobre quais as melhores opções. Isso nos inspirou também a fazer um canal no You Tube (link aqui) e uma página no facebook. Tudo isso para explicar os detalhes e um pouco do que passamos.

Vou atualizando a página conforme novos vídeos forem publicados =) Buen Camino!


#01 - Preparativos



#02 - Credencial e Treinos



#03 - Pamplona, terra das touradas
Começando nosso caminho rumo à Santiago, nossa ponto de partida e primeira parada foi Pamplona onde pudemos curtir a cidade e toda a sua história.

#04 Roda na estrada
Enfim começamos a pedalar até a cidade de Puente La Reina. O caminho mostra suas primeiras belezas e dificuldades

#05 - Planejando o implanejável
Depois de um longo dia, chegamos ao segundo dia de pedalada. Saímos com um pouco mais de planejamento porém o caminho tem seu próprio plano. Suba o som, inscreva-se, dê seu like e curta as imagens! Buen Camino! Fonte da música: https://www.youtube.com/watch?v=8wqDKZsV0qk

#06 - Desapego
Após pedalarmos mais de 100km enfrentamos o primeiro desafio: uma frente fria estava se aproximando bruscamemte no norte da Espanha. Precisávamos tomar uma decisão

segunda-feira, 6 de abril de 2015

The Order 1886 - Review


Confesso que quando vi o trailer de The Order pela primeira vez, não me animei muito. Talvez na época estivesse esperando um anúncio mais bombástico como Uncharted 4 ou God of War 4 para o playstation 4.


Porém, conforme os meses foram passando e novos vídeos foram sendo publicados (Gameplay com mais de vinte minutos) a vontade de adentrar na Inglaterra Vitoriana Cyber Punk começou a aparecer.

Os gráficos estavam lindo e a ação parecia única. Pouco antes do lançamento, eu já havia sido fisgado.

Gráficos Gráficos e.. acabou

O game é um filme! Dignos daqueles sonhos de criança em imaginar controlar um filme. As expressões, movimentações, texturas, luz, efeito são perfeitos. Não há falhas! Tudo devidamente orquestrado para estar lá. 

Cada objeto vasculhado, cada cut scene, tudo foi deliberadamente e insanamente tratadas de maneira perfeita. É um game lindo!

Porém, conforme o jogo avança, é possível perceber um certo conformismo e entrega ao clichê na história, as cenas de ações passam se tornam engessadas e os personagens nem tão carismáticos (ou humanos) como o gráfico propunha.

Em questão de minutos, o game se torna chato... A AI do jogo se torna repetitiva e burlável. Os temidos lobisomens são mais fáceis de se matar do que qualquer vira-lata de Resident Evil.

Após algumas horas, a história promete e quando finalmente se mostra capaz de se desenrolar, o game acaba. Injustamente! Sem necessidade para jogar novamente. Sem nenhuma oferta a mais. 7 horas (talvez um pouco mais) encerradas como um coito interrompido.

Gráfico é um dos mais bonitos vistos até hoje

Veredito

The order é um game-teste.. Feito para entender a aceitação dos fãs e como a plataforma gráfica iria se comportar. O feedback pode ter sido uma resposta excelente tecnicamente, mas para o público não deixa de ser uma compra questionável.

Enquanto Skyrim ou Assassin´s Creed tentam entregar produtos com horas de diversão e imersão, The order 1886 entrega uma demonstração. Talvez o game mais bonito feito até hoje na história dos videogames, mas ainda sim, uma demo. Melhor encarar como uma boa prévia do que vem nessa geração.


Plataforma: PS4

Desenvolvedora: Ready at Down
O melhor: Gráficos
O pior: Produto entregue pela metade
Nota (1-5): 2,5


Lobisomens... uma ameaça nem tão assustadora assim
Ação promete

Melhores de 2014

Pessoal, devido à alguns compromissos pessoais, o blog tem ficado um pouco afastado. Mas para não perder o costume e nem deixar a memória apagar, aqui vai os melhores de 2014. Demorou... mas saiu :)


Atenção pois esse post tem Spoilers de Garota Exemplar e Game of Thrones

Melhor HQ



Melhor Dupla ou Casal



Melhor Equipe


Melhor Game

Melhor Herói


Melhor Vilão


Melhor Animação


Melhor Terror

Melhor Filme Cult

Melhor Comédia
Melhor Blockbuster


 O pior do ano...





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