quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Como destruir o Brasil em caso de guerra? - Guia prático com 6 passos

Caso o Brasil entre em guerra, você estrangeiro, faça o seguinte:

- Infiltre mulheres de vestido cor de rosa (curto) nas universidades para usar o falso moralismo do país contra a parte intelectual do país;

- Mande um vírus (daqueles bem vagabundos) para a o sistema do Speedy da telefônica e pronto, metade do país estará sem internet;

- Espalhe para a imprensa que existe um novo tipo de gripe suína e pronto, está instaurado o terror.

- Dê uma mansão para pelo menos um chefe de cada partido e pronto, o país estará sem base política;

- Venda armas de grande porte para as maiores facções criminosas para iniciar uma guerra civil;

- Jogue uma bomba (daquelas mais simples) na barragem de Itaipu! Pronto, 0 país está no escuro;

Depois disso é só festa! Já dizia aquela música: a solução é alugar o Brasil!

E para o presidente, está tuuudo normal!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Web Séries - Vídeo Games Mashups #02 - Grand Theft Auto vs. Frogger

Você nunca mais vai ver os games como vê agora...

Nome original: Grand Theft Auto vs. Frogger
Idioma: Inglês
Nota: 3,5


Outras séries da Web:

domingo, 8 de novembro de 2009

33ª Mostra de Cinema de São Paulo - Balanço final

Já saiu a lista final dos ganhadores da mostra e se você perdeu algum filme, ainda é possível ver alguns na repescagem que vai até quarta-feira 11/11.

Grandes ganhadores da mostra

PRÊMIO FICÇÃO - COMPETIÇÃO NOVOS DIRETORES

Melhor Ator
Andrè Hennicke, por Os Dispensáveis - Alemanha

Melhor Diretor
Andreas Arnstedt, por Os Dispensáveis - Alemanha

Melhor Longa
Voluntária Sexual - Coreia do Sul

PRÊMIO DA CRÍTICA

Melhor Longa Internacional
Niguém Sabe dos Gatos Persas (No One Knows About Persian Cats), de Bahman Ghobadi - Irã

Melhor Longa Brasileiro
O Sol do Meio-Dia, de Eliane Caffé

PRÊMIO DO PÚBLICO

Melhor Longa Brasileiro
Carmo, de Murilo Pasta

Melhor Longa (empate)
Abraços Partidos, de Pedro Almodóvar - Espanha
O Último Dançarino de Mao, de Bruce Beresford - Austrália

Melhor Documentário Brasileiro
Dzi Croquettes, de Tatiana Issa e Raphael Alvarez

Melhor Documentário
Tom Zé - Astronauta Libertado, de Igor Iglesías González - Brasil

ESCOLHA DO BLOG

Melhor Filme
O Último Dançarino de Mao, de Bruce Beresford - Austrália

Melhor Diretor
Park Chan-wook , Sede de Sangue - Coréia

Melhor Ator
Takeshi Kitano, Aquiles e a Tartaruga- Japão

O melhor na mostra
Finalmente contrataram mais funcionários, o que facilitou na organização das salas e evitou atraso no início dos filmes.

Pior Filme
Cinerama, de Inês Oliveira, Portugal

Pior Diretor
Inês Oliveira, Cinerama, Portugal

O pior na mostra
Organização da agenda: disposição dos horários e filmes. Trocas e cancelamentos de filmes que ocorreram no último segundo.

33ª Mostra de Cinema de São Paulo - A batalha dos 3 Reinos

No começo do século III, o território de Wu é invadido por milhões de guerreiros do clã Cao Cao.

Ele pede a ajuda de um antigo rival, Liu Bei, mas ainda assim seus exércitos não são suficientes para enfrentar essa ameaça.

O estrategista Zhou Yu tem então a ideia de levar a batalha para o ponto fraco dos Cao Cao: o mar.

O filme na realidade é uma compilação de dois filmes originais e sutilmente possui todas as características de John Woo. Isso tudo em 150 minutos!

Pontos fortes: O filme é de John Woo! Quer mais? Possui citações a aplicações do lendário "Arte da Guerra" de Sun Tzu.

Pontos fracos: Ok, tentaram evitar (e é bem sutil), mas ainda assim, alguns chineses insistem em voar.

Nível de subjetividade: Baixo

Probabilidade de sair no circuito comercial: Alta

Nota [Escala 1- 5]: 5,0

Sinopse e Trailer
Crítica do omelete

terça-feira, 3 de novembro de 2009

33ª Mostra de Cinema de São Paulo - Himalaya - Terra dos ventos

Choi chega a Jharkot, Nepal. Leva nos braços uma urna que contém as cinzas do operário nepalês Dorje, morto em um acidente.

A família enlutada aguarda a chegada da urna. Encontrar os parentes do morto é mais doloroso do que ele pensava, e por isso ele decide ficar com a família.

Cada vez que o vento sopra, rodas de oração em todo o canto da cidade entoam hinos melancólicos. Parece o fim do mundo, e não há ninguém para conversar.

Fitando a esposa de Dorje ou um campo de neve nas terras altas, Choi deseja a paz de espírito, mas o vento apenas sopra pela cidade sem trazer resposta.

Pontos fortes: Fotografia é excelente e a sensação de estar no Himalaya é muito grande.

Pontos fracos: Mais uma vez a sinopse não tem muito a ver com o filme, que nada mais é do que uma busca pela redenção e um pecado não explicado.

Nível de subjetividade: Baixo

Probabilidade de sair no circuito comercial: Baixa

Nota [Escala 1- 5]: 3,0

Sinopse e trailer

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

So you think you can dance

Hok e Jaimie - Memórias de uma gueixa.

sábado, 31 de outubro de 2009

Duelo 22: Filmes dublados x Filmes legendados

Algumas pessoas preferem ver filmes sem precisar parar de seguir as imagens para ler as letras, outras não se importam, pois prezam pela originalidade do áudio.

Entretando, para qualquer pessoa no geral, o que é melhor: ver filmes legendados ou filmes dublados?

Round 1: Aprendizado

Antes que você despreze os filmes dublados nesse aspecto, vamos analisar os fatos com calma. É claro que os filmes legendados fazem com que você aprenda melhor a sua capacidade de escutar em outras linguas, ainda mais quando se está estudando a lingua falada no filme. Isso é um grande avanço para pessoas que não tem muito material de escuta para línguas muito específicas. Entretanto, a dublagem permite que estrangeiros que estão aprendendo português, treinem mais a nossa língua, afinal de contas, fora do Brasil é muito difícil de se achar material e, se não fosse a possibilidade de se trocar a dublagem de um filme para português, essa dificuldade seria ainda maior. Contudo, ler as legendas, faz com que seu cérebro associe a leitura e a interpretação de forma mais prática. Está vendo, vitória apertada das legendas nesse round.

Round 2: Qualidade do filme

Um filme é composto por imagens e áudio. Enquanto na dublagem temos a perda quase que total do áudio original, nas legendas podemos ter a perda da imagem. Acredite, isso é possível! Há duas décadas atrás, as legendas vinham na cor amarela ou com as letras brancas e com fundo delas preto. Isso fazia com que detalhes importantes na tela pudessem ser perdidos. Dessa forma, as legendas atualmente são menos densas, e na cor branca. Mas ainda sim é uma perda. Em filmes de mostra por exemplo, é possível ler cerca de três linhas de legendas na tela, cada uma delas em uma língua diferente. Sendo assim, nesse caso, vamos dar um empate.

Round 3: Democratização do filme

Antes que você aposte suas fichas nos filmes dublados agora, vamos dar um pouco mais de crédito aos filmes legendados. Todo filme passado no Brasil é selecionado e distribuído a partir de uma triagem complicada. No final dessa triagem, milhares de filmes por ano, deixam de estreiar no Brasil por uma questão de mercado. Cabem às mostras de cinemas ou aos internautas diponibilizarem esses filmes... legendados. Afinal de contas, ninguém quer tentar uma versão caseira de dublagem a la "feira da fruta", certo? Filmes estrangeiros ou que nunca chegaram ao Brasil tem seu acesso facilitado graças a possibilidade de se legendar os filmes. Mas e se fossem dublados independentemente? A democratização seria maior ainda - pelo menos aqui no Brasil. Uma grande parte da população ainda não sabe ler, sendo assim, o filme dublado seria um ganho. Quer números? Segundo uma pesquisa do Datafolha, 56% dos frequentadores de cinemas preferem filmes dublados. A dublagem aproxima mais as pessoas do cinema e de bons filmes, isso é fato.Vitória da dublagem.

Round 4: Fidelidade

Nos filmes legendados é possível encontrar o problema da tradução mal feita. Alem do mais, a língua falada é um pouco diferente da língua escrita. É complicado passar emoção para a escrita. Muitas vezes fica a cargo do espectador interpretar a cena - o que pode gerar confusão. Porém, com a dublagem, os erros de tradução ainda podem ocorrer - mesmo que os erros de interpretação sejam menores. Os dubladores assumem a função de atores, pois precisam interpretar o personagem na tela para poderem passar a mesma emoção. A questão é: eles estão a altura? Alguns sim (até são eternizados), mas outros... Nesse caso, vitória da legenda.

Resultado Final Legendados 3 x 2 Dublados
A diferença não foi tão grande, mas com certeza, se você se importa em ver e ouvir o ator e, interpretar melhor o que ele quis dizer em alguma cena, escolha as legendas.

Agora uma curiosidade: um dos países que mais odeia filmes legendados são os Estados Unidos. Por incrível que pareça. Mas nesse caso, eles não fazem dublagem, eles fazem versões estadunienses, como por exemplo: Rec, Vanilla Sky e Violência Gratuíta. Alguns novos projetos de versões refeitas são "Oldboy" (original coreano) e "Deixe ela entrar" (original sueco)

As maiores personalidades dos games -Veja lista completa aqui

Ranking
Melhores de: 2007, 2008.

Duelos

33ª Mostra de Cinema de São Paulo - O último dançarino de Mao

Aos 11 anos, Li Cunxin foi tirado de uma pobre aldeia chinesa para estudar balé na escola de dança de Madame Mao, em Pequim.

Em 1979, ele consegue entrar para a Companhia Houston Ballet durante um intercâmbio cultural no Texas, onde começa uma vida nova e livre.

Os oficiais chineses tentam levá-lo de volta à China, mas manobras legais e o casamento com uma bailarina americana conseguem mantê-lo nos EUA. Para lutar pelos seus sonhos, porém, ele terá de abandonar para sempre sua família.

O filme é baseado no obra "Adeus China - O último bailarino de Mao" e é também, uma autobiografia de Cunxin.

Pontos fortes: O filme é excelente! Do passado de Cunxin até o seu ápice como bailarino na companhia de Huston tornam o filme fantástico. Aliás, a palavra "fantástico" é realmente uma chave na história.

Pontos fracos: O filme é um pouco previsível e mesmo se tratando de uma autobiografia, é uma história comum do lixo ao luxo, sem muitas variações.

Nível de subjetividade: Baixo

Probabilidade de sair no circuito comercial: Média

Nota [Escala 1- 5]: 5,0

Sinopse e Trailer

33ª Mostra de Cinema de São Paulo - Independência

Filipinas, início do século XX. Os sons de guerra indicam a chegada dos americanos. Uma mãe idosa e seu filho fogem para as montanhas, esperando por uma vida tranquila.

Um dia, o filho descobre uma mulher ferida no meio da floresta, e decide levá-la para casa. Passam-se os anos, a mãe morre e a mulher dá a luz a uma criança.

O homem, a mulher resgatada e a criança vivem em total isolamento do caos crescente em todo o país. Mas uma tempestade logo ameaça suas rotinas, e as tropas americanas se aproximam.

Pontos fortes: A estética do filme é proposital e incrivelmente única, aumentando ainda mais a sensação de isolamento da família.

Pontos fracos: Alguém me diz porque é tão difícil manter uma criança dentro de casa? Talvez essa tenha problemas de sonambulismo... vai saber.

Nível de subjetividade: Alto

Probabilidade de sair no circuito comercial: Baixa

Nota [Escala 1- 5]: 3,0

33ª Mostra de Cinema de São Paulo - Aquiles e a Tartaruga

Machisu, filho único de um rico colecionador, tem amor pela pintura desde criança. Incentivado pelos elogios de um famoso artista amigo do pai, ele sonha em se tornar pintor. Começa a pintar todo dia e em todo lugar, até nas aulas, para o desespero dos professores.

Quando acontece uma tragédia, Machisu se vê órfão e desamparado, mas ainda com uma paixão incomparável pela arte. Ao chegar à meia-idade, ele ainda não conseguiu vender um único quadro, mas continua se dedicando com o apoio da esposa, Sachiko, sua parceira artística. A cada novo quadro, Machisu tenta alcançar níveis maiores de inspiração.

Louco para ser reconhecido como artista, faz esforços criativos que ultrapassam os limites tolerados por seus vizinhos e até pela filha adolescente, Mari. Será que um dia Aquiles vai alcançar a tartaruga?

O filme se desenrola na busca do reconhecimento e da arte perfeita - mas quando é possível alcançar a perfeição?

Pontos fortes: Filme muito bom. Com um ritmo excelente, é possível se divertir muito acompanhando a tragetória de Machisu. Um outra boa razão: o filme é do Kitano!

Pontos fracos: Talvez o objetivo fosse esse mas só é possível gostar de Machisu quando ele já é velho (e interpretado por Kitano), nas outras fases, é comum se revoltar com ele.

Nível de subjetividade: Médio

Probabilidade de sair no circuito comercial: Média

Nota [Escala 1- 5]: 4,5

Sinopse e Trailer
Crítica do omelete