segunda-feira, 6 de maio de 2013

Viajando pelo mundo #65 - Compras no Paraguai

Autenticidade, é sua conta em risco

"La garantia soy yo" (a garantia sou eu) diz o velho ditado ironico para as compras no Paraguai. Especificamente em Ciudad Del Este muitas pessoas que visitam Foz do Iguaçu aproveitam a oportunidade para visitar e fazer suas compras.


Turistas, sacoleiros, muambeiros

Temos uma política dura na nossa receita federal, especialmente na fronteira do Paraguai. Particularmente achei Cidade do Leste uma terra sem lei e acredito que, por diversos problemas do tipo, têm se intensificado a checagem das compras.

Não vou detalhar aqui as dicas, até porque diversos blogs já fazem esse papel bem feito.
Recomendo a leitura.

Meu feeling entretanto é que, com um cota tão baixa (US$ 300,00) não sei se vale a pena ir até Foz apenas para fazer compras. Acredito que não muito. São filas, congestionamentos, muvucas na rua e galerias (cuidado com os bolsos) e o risco de comprar algo falsificado.

Para não ser enganado, a dica fica com lojas como Master 10 e Nave para Informática, Sax para perfumes e roupas e Monalisa para os demais (mesmo que com um risco de falsificações).
Aduana brasileira. Congestionamento para ir e fila na
volta para declarar (podendo levar horas). Programe-se!

Paraguai é um lugar complicado e faz parecer nossa 25 de Março uma maravilha. Porém vale a pena para comprar algumas coisas. Alguns produtos de informática tendem a ser muito abaixo do preço normal... mas nem tudo.

Uma dica geral é sempre declarar. Mesmo que ultrapasse e pague as dividas (60%). Além da fiscalização na fronteira, existe uma fiscalização nos aeroportos e estradas. Essas costumam ser mais rígidas e exigem legalidade feita já na fronteira. Se você excedeu o valor mínimo e se declarar (e pagar) estará na legalidade.

No mais, dá para comprar perfumes e roupas quase que tranquilamente. Dificilmente geram problema. (1 perfume, não 10 da mesma marca, claro). A fiscalização é rígida quanto à equipamentos e bebidas. Remédios e armas são passíveis de prisão.

A ponte da amizade possui uma visão muito bonita de ambas as cidades e é possível notar a diferença entre o nosso país e o Paraguai logo na fronteira. Um passeio válido para quem vai para Foz fazer outras coisas.

Só tomem cuidado!


Por-do-sol na ponte da Amizade!
Uma paisagem bonita em meio ao caos da cidade

Comprando!

domingo, 5 de maio de 2013

Viajando pelo mundo #64 - Iluminando duas nações

Aproveitando algumas passagens aéreas em promoção, juntamente com o pessoal do trabalho, resolvemos ir para Foz do Iguaçu e aproveitar para também conhecer nosso país vizinho o Paraguai.

Uma forma interessante de se visitar a fronteira é conhecendo a usina de Itaipu que faz fronteira com os dois países.

A região (conhecida como binacional, por ser uma zona comum à ambos os países) oferece diversos passeios no complexo tanto no lado brasileiro quanto paraguaio.

Os passeios iniciam-se com um vídeo sobre a história da usina (muito interessante) e segue-se da forma escolhida.

Existe um passeio interno pelo complexo, museu, observatorio e um passeio de onibus (24 reais - que foi o que escolhi por falta de tempo no dia)

A usina é considerada uma das 7 maravilhas do mundo moderno pela Engenharia e é realmente incrível. Hoje ela fornece 15% da energia no Brasil (especialmente sudeste) e 75% do Paraguai.

Imperdível!

















terça-feira, 30 de abril de 2013

Viajando pelo mundo #63 - Thank you all

Uma coisa que me perguntam sempre: "você vai viajar sozinho? Que chato.". Na verdade existem vantagens e desvantagens de se viajar acompanhado ou não.

Mas no final, em toda viagem minha, eu conheço uma infinidade de pessoas que fazem minha vida valer a pena.
Conversar com um casal da Líbia sobre os nossos países, ouvir elogios de turcos sobre o futebol do seu país, contar piadas com australianos, compartilhar experiencias com americanos, etc.

Tudo é muito rico e, a melhor parte é poder estar com essas pessoas.

Essa viagem para Turquia e Grécia veio a confirmar tudo isso mais outra vez. 

Infelizmente não consegui tirar fotos com todos, mas sempre estarão no meu coração cada um, de uma forma especial. :)

I will miss you all!












Viajando pelo mundo #62 - E o olho mal vai para...

 Como já coloquei em outro post (aqui) o olho do mal (em turco Nazar Bancugu) é um amuleto muito comum na Turquia e também na Grécia.


Existem diversas coisas que os gregos e os turcos dizem ter inventado, e a mais interessante é envolvendo o olho do mal.


Pois bem, vamos ser claros, a origem do termo olho do mal varia de acordo com a região, e isso engloba quase todos os países do mar mediterrâneo e árabes. 

Por que os gregos dizem ser deles?
Para muitos o olho do mal é na verdade o olho da medusa. Todos sabemos que Medusa deriva da mitologia grega e claro possivelmente nascida em um das ilhas da Grécia (possivelmente Serifos). Sendo assim, nossa querida colega com cabeça de cobra é grega... mas a utilização dos olhos como amuleto entretanto é um pouco diferente...

O amuleto
Historiadores dizem que o olho de Medusa passou a ser utilizado durante o império romano que incluía como parte do território Grécia e Tuquia. Na maior acropole do período romano (localizado em Pammukale - Turquia) existem diversas estátuas de medusa e seus olhos a fim de espantar os invejosos e usurpadores.


O olho ganhou grande influencia na vida dos turcos por conta do islamismo que já mencionava os olhos nas palavras de Muhammad (Maomé) sendo utilizado no começo como amuleto e depois banido, mas sem muito sucesso, todo o império bizantino já utilizava o olho e mesmo com a invasão árabe, a utilização não foi banida por completo.


Constantinopla era, durante o império romano, o centro mercantil que ligava comercialmente a Ásia com a Europa. Éfeso (na Turquia) foi considerada a capital do império romano na Ásia e isso fez com que até mesmo embarcações utilizassem o olho no desenho de suas velas, popularizando o olho. 

Se formos pensar em origem, o conceito do olho nasceu antes de Medusa e surgiu na época dos Sumérios, considerada anterior a qualquer império. Se levarmos em consideração que o império sumério tinha influencias e poder na atual Turquia, o significado pode ter sido carregado para lá antes mesmo do império grego.



Veredicto
Portanto, é mais correto afirmar que o amuleto nasceu no império romano-bizantino, provavelmente durante o período mercantil em Constantinopla (atual Istambul) nas grandes cidades bizantinas, como Éfeso. Seja talvez interessante afirmar que as diversas origens do olho foi atualizada com a Medusa da mitologia grega e depois mais uma vez com a invasão otomana com os conceitos islãs.

Se quiser simplificar, hoje é um amuleto bonito, barato e legal que você pode comprar tanto na Grécia quanto na Turquia :)

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Viajando pelo mundo #61 - Bazares e Mercados

Durante a viagem pude me deparar com alguns bazares peculiares. Muitos deles com suas especialidades. Alguns para incluirem no roteiro de vocês são:

GRAND BAZAAR - Istambul - todos os guias de viagem "recomendam" a qualquer turista para se perder (literalmente) no Grand Bazaar. O local, antes como uma rua coberta, hoje é um pavilhão separado que existe desde o império bizantino, servindo ainda para o mesmo propósito: vender. Caso tenha ânimo pode barganhar os preços :)

BAZAR DE ESPECIARIAS - Istambul - conhecido também como Spice Bazaar, o local conta com diversos temperos, plantas, doces e especiarias em geral. A localizaçao é facil e vale a visita :)

BAZAR DA CARNE - Atenas - Essa eu achei sem querer perto de Omonia Square assim como os de cima está em uma rua fechada, com um propósito beme específico: ser um açougue. Não é essencial mas não deixa de ser diferente :)

BRECHÓ - Atenas - O flea market localizado ao lado de Monastiriki vale p passeio. Existem lojas bem especiais com preços diferenciados.









domingo, 28 de abril de 2013

Viajando pelo mundo #60 - Poro e Aegina

Continuando o cruzeiro paramos em duas ilhas a mais: Poros e depois Aegina.

Poros é uma ilha pequena com uma torre com relógio bem no alto. Legal subir e ver toda a ilha.

O passeio nessas ilhas foi regado à diversão no barco, peixes voadores, muito sol e praia.

Em Aegina (a maior das três ilhas do roteiro) possui uma catedral e um templo dedicado à apolo.

Particularmente pulei o passeio à esses lugares, chega um momento da viagem que visitar ruinas, igrejas e mesquitas passam a ser repetitivos.

Aproveitei para curtir as companhias (pessoal da Espanha, França e US), a praia, o sol e um bom sorvete de limão



















sábado, 27 de abril de 2013

Viajando pelo mundo #59 - A ilha de Hydra

O mar Egeu é composto por diversas ilhas tornando a Grécia muito especial e famosa.

Existem diversos cruzeiros que vão de ilha em ilha partindo da própria Grécia ou Turquia, Itália, França e até Egito.

Como não tinha muito tempo para ir até as ilhas mais badaladas e comentadas (Santorini, Mikonos, Creta e Rodes) precisei mudar de planos e ir para ilhas mais próximas: Hydra, Poros e Aegina. E que mudança agradável! (Deixo as outras ilhas para um passeio especial em uma outra oportunidade :))

Fiz um cruzeiro que seguia por essas 3 ilhas em um dia ensolarado e com boas companhias.

Vou começar aqui a falar da primeira ilha: Hydra.

Hydra é um lugar incrível, um vilarejo calmo, com casinhas brancas e azuis, burros, moinhos e do com tudo que esperamos de uma ilha grega.

Caminhar pelas vielas e trilhas da ilha tornam o passeio incrivelmente bom para alma.

A água azul escura do mar contrasta com as flores e campos do lugar.

Ficaria dias nessa ilha apenas não fazendo nada. :)


















Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...